Programa Democrático Popular

Ao longo da sua história, a Consulta Popular constituiu marcos programáticas que são irrenunciáveis. Constituem as balizas fundamentais do nosso programa: a) a centralidade da conquista do poder de Estado; b) a definição do imperialismo como o inimigo principal; c) a necessidade do partido e a defesa da autonomia política e organizativa da Consulta Popular; d) o reconhecimento do marxismo-leninismo; e) a defesa do programa democrático-popular; f) a crítica à estratégia reformista da maioria do PT; g) e a aplicação do centralismo democrático. Esses são os marcos fundamentais do “terreno do nosso programa”, para usar uma ilustrativa expressão de Plekhanov, também empregada por Lênin. Esses marcos estão definidos em uma série de Cartilhas e Documentos Políticos da Consulta Popular, produzidos e reafirmados ao longo da nossa história.

Do programa democrático-popular derivam medidas mais imediatas, de ampliação dos direitos dos trabalhadores e acúmulo de forças, e medidas que requerem uma ruptura revolucionária. O nosso programa deve responder às condições do momento histórico atual e, ao mesmo tempo, estar ligado ao nosso objetivo estratégico. O Projeto Popular não se reduz às pautas máximas de seu programa, factível apenas em situações de ascensão da luta revolucionária. Essa redução contribuiria para que a luta por reformas se convertesse num reformismo, que abandona a construção da estratégia revolucionária nas situações não-revolucionárias. Na conjuntura atual, esse programa deve partir, resumidamente, de dois eixos: a) medidas de defesa das classes trabalhadoras e desenvolvimento da sua capacidade de luta; b) medidas da ditadura democrático-popular.

Programa Democrático Popular

Ao longo da sua história, a Consulta Popular constituiu marcos programáticas que são irrenunciáveis. Constituem as balizas fundamentais do nosso programa: a) a centralidade da conquista do poder de Estado; b) a definição do imperialismo como o inimigo principal; c) a necessidade do partido e a defesa da autonomia política e organizativa da Consulta Popular; d) o reconhecimento do marxismo-leninismo; e) a defesa do programa democrático-popular; f) a crítica à estratégia reformista da maioria do PT; g) e a aplicação do centralismo democrático. Esses são os marcos fundamentais do “terreno do nosso programa”, para usar uma ilustrativa expressão de Plekhanov, também empregada por Lênin. Esses marcos estão definidos em uma série de Cartilhas e Documentos Políticos da Consulta Popular, produzidos e reafirmados ao longo da nossa história.

Do programa democrático-popular derivam medidas mais imediatas, de ampliação dos direitos dos trabalhadores e acúmulo de forças, e medidas que requerem uma ruptura revolucionária. O nosso programa deve responder às condições do momento histórico atual e, ao mesmo tempo, estar ligado ao nosso objetivo estratégico. O Projeto Popular não se reduz às pautas máximas de seu programa, factível apenas em situações de ascensão da luta revolucionária. Essa redução contribuiria para que a luta por reformas se convertesse num reformismo, que abandona a construção da estratégia revolucionária nas situações não-revolucionárias. Na conjuntura atual, esse programa deve partir, resumidamente, de dois eixos: a) medidas de defesa das classes trabalhadoras e desenvolvimento da sua capacidade de luta; b) medidas da ditadura democrático-popular.

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