Apoio da organização Consulta Popular à greve dos trabalhadores dos Correios

A organização Consulta Popular expressa seu apoio à greve dos trabalhadores dos Correios, mobilização que se mantém desde o dia 17 de agosto, contra o desmonte promovido pelo governo Bolsonaro no serviço público e, em particular, numa das principais empresas brasileiras, ameaçada de privatização, mesmo sendo superavitária e com atendimento qualificado em todas as cidades do país.


A direção dos Correios, comandada pelo general Floriano Peixoto, quer a retirada de 70 das 79 cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho que teria vigência até 2021, rompendo unilateralmente o Acordo.


Os funcionários do quadro da empresa estão expostos desde o início da pandemia, atuando nas ruas, sem as devidas condições e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), sujeitos ao contágio e morte. As trabalhadoras, em particular, têm até onze itens de retirada de direitos expressos, muitos deles direitos básicos e fundamentais.


Perto da data do Dia da Independência, é preciso reafirmar o sentido da defesa das empresas públicas, dos direitos das trabalhadoras e dos trabalhadores, e a defesa da democracia – contra um governo que, na prática, coloca à venda e expõe à morte nossos recursos mais essenciais: nossos trabalhadores/as, nossos recursos naturais e nossas empresas públicas.

Todo apoio à greve! Não à privatização dos Correios!
Fora Bolsonaro!
Pátria Livre, Venceremos!

Consulta Popular, setembro de 2020

Apoio da organização Consulta Popular à greve dos trabalhadores dos Correios

A organização Consulta Popular expressa seu apoio à greve dos trabalhadores dos Correios, mobilização que se mantém desde o dia 17 de agosto, contra o desmonte promovido pelo governo Bolsonaro no serviço público e, em particular, numa das principais empresas brasileiras, ameaçada de privatização, mesmo sendo superavitária e com atendimento qualificado em todas as cidades do país.


A direção dos Correios, comandada pelo general Floriano Peixoto, quer a retirada de 70 das 79 cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho que teria vigência até 2021, rompendo unilateralmente o Acordo.


Os funcionários do quadro da empresa estão expostos desde o início da pandemia, atuando nas ruas, sem as devidas condições e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), sujeitos ao contágio e morte. As trabalhadoras, em particular, têm até onze itens de retirada de direitos expressos, muitos deles direitos básicos e fundamentais.


Perto da data do Dia da Independência, é preciso reafirmar o sentido da defesa das empresas públicas, dos direitos das trabalhadoras e dos trabalhadores, e a defesa da democracia – contra um governo que, na prática, coloca à venda e expõe à morte nossos recursos mais essenciais: nossos trabalhadores/as, nossos recursos naturais e nossas empresas públicas.

Todo apoio à greve! Não à privatização dos Correios!
Fora Bolsonaro!
Pátria Livre, Venceremos!

Consulta Popular, setembro de 2020

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