Nota de pesar pela morte de Alipio Freire

A organização Consulta Popular lamenta muito a perda do jornalista, militante, artista e escritor Alipio Freire, um companheiro de inúmeras lutas, um lutador do povo, com quem compartilhamos a construção do jornal Brasil de Fato, os combates pela memória e verdade da ditadura, entre tantos outros bons combates.

Alipio parte aos 75 anos, estava internado desde o dia 21 de março, buscando superar a Covid-19. Não se entregou nem por um minuto, com a tenacidade e vivacidade que lhe eram próprias.

Companheiro afável e estimado pela militância, em especial pelos jovens, Alipio era conhecido pela generosidade. Seu estilo literário inconfundível marcou e influenciou uma série de jovens poetas militantes. É autor dos livros “Estação Paraíso” e “Estação Liberdade”, autor também do documentário 1964 – Um golpe contra o Brasil. Foi ainda artista plástico.

Participou da luta armada contra a ditadura militar, integrante da organização Ala Vermelha, tendo sido preso aos 23 anos, torturado por três meses consecutivos, o que deixou sequelas, levando-o a adotar uma bengala como companheira de caminhada.

Hoje é um dia triste para a militância da Consulta Popular e para a esquerda brasileira. Mas carregamos a mensagem de Alipio em nossos corações, para as vitórias futuras dos trabalhadores: “Havemos de amanhecer/ O mundo se tingirá/ E o sangue que escorrer será doce de tão necessário/ Para colorir tuas pálidas faces / Aurora”.

Nota de pesar pela morte de Alipio Freire

A organização Consulta Popular lamenta muito a perda do jornalista, militante, artista e escritor Alipio Freire, um companheiro de inúmeras lutas, um lutador do povo, com quem compartilhamos a construção do jornal Brasil de Fato, os combates pela memória e verdade da ditadura, entre tantos outros bons combates.

Alipio parte aos 75 anos, estava internado desde o dia 21 de março, buscando superar a Covid-19. Não se entregou nem por um minuto, com a tenacidade e vivacidade que lhe eram próprias.

Companheiro afável e estimado pela militância, em especial pelos jovens, Alipio era conhecido pela generosidade. Seu estilo literário inconfundível marcou e influenciou uma série de jovens poetas militantes. É autor dos livros “Estação Paraíso” e “Estação Liberdade”, autor também do documentário 1964 – Um golpe contra o Brasil. Foi ainda artista plástico.

Participou da luta armada contra a ditadura militar, integrante da organização Ala Vermelha, tendo sido preso aos 23 anos, torturado por três meses consecutivos, o que deixou sequelas, levando-o a adotar uma bengala como companheira de caminhada.

Hoje é um dia triste para a militância da Consulta Popular e para a esquerda brasileira. Mas carregamos a mensagem de Alipio em nossos corações, para as vitórias futuras dos trabalhadores: “Havemos de amanhecer/ O mundo se tingirá/ E o sangue que escorrer será doce de tão necessário/ Para colorir tuas pálidas faces / Aurora”.

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