08 de março: “Mulheres em Defesa da Democracia, por Trabalho Digno, Legalização do Aborto, Reparação e Bem Viver! Contra o Fascismo e o Racismo”

A Consulta Popular participou ativamente da construção do 08 de março nos estados em que atua com a atuação em atos públicos, debates, panfletagens, construção de manifestos, rodas de conversa e outras iniciativas. A articulação em nível nacional que acompanhamos, junto à outras organizações, construiu o 8 de março, com o mote “Mulheres em Defesa da Democracia, por Trabalho Digno, Legalização do Aborto, Reparação e Bem Viver! Contra o Fascismo e o Racismo”.

Desde dezembro de 2024, as mulheres e toda a militância da Consulta Popular vêm se organizando e se preparando para o 08 de março. A preparação teve início com uma reunião nacional das mulheres da Consulta Popular, na qual foram discutidos temas centrais, como o impacto do avanço do neofascismo na vida das mulheres. Durante o encontro, foram analisados os desafios impostos por essa conjuntura política, que agrava as desigualdades e as violências enfrentadas pelas mulheres no cotidiano.

Nos estados de Sergipe, São Paulo, Bahia e Paraná houveram atividades no último sábado (08) em que a militância da Consulta Popular esteve presente. Além destas, haverá também, em Caruaru, no estado de Pernambuco, o bloco “Nem cá mulesta”, organizado pela Frente Feminista do Agreste que ocorrerá no próximo dia 15 de março.

Nos somamos aos atos e atividades em defesa da vida das mulheres, contra a fome e todas as formas de violência, pelo fim da escala 6×1, por justiça reprodutiva e sem anistia para os golpistas. Em tempos de ascenso do neofascismo, as opressões de gênero, raça e sexualidade são acentuadas. Enquanto a extrema direita impõe seu projeto violento de defesa do patriarcado, as mulheres trabalhadoras lutam e resistem pelo direito sobre seus corpos, pelo direito ao lazer e ao trabalho digno.

As mulheres trabalhadoras têm estado na linha de frente do combate ao neoliberalismo e ao neofascismo no Brasil e em todo o mundo. Neste momento, ganha especial importância a luta contra a escala 6×1, que precariza profundamente as condições de vida das trabalhadoras. Além disso, ocupamos as ruas para exigir a prisão de Bolsonaro, dos fascistas do 8 de Janeiro e de todos os militares golpistas, inimigos da democracia e do povo brasileiro.

Por um projeto feminista e popular para o Brasil!

08 de março: “Mulheres em Defesa da Democracia, por Trabalho Digno, Legalização do Aborto, Reparação e Bem Viver! Contra o Fascismo e o Racismo”

A Consulta Popular participou ativamente da construção do 08 de março nos estados em que atua com a atuação em atos públicos, debates, panfletagens, construção de manifestos, rodas de conversa e outras iniciativas. A articulação em nível nacional que acompanhamos, junto à outras organizações, construiu o 8 de março, com o mote “Mulheres em Defesa da Democracia, por Trabalho Digno, Legalização do Aborto, Reparação e Bem Viver! Contra o Fascismo e o Racismo”.

Desde dezembro de 2024, as mulheres e toda a militância da Consulta Popular vêm se organizando e se preparando para o 08 de março. A preparação teve início com uma reunião nacional das mulheres da Consulta Popular, na qual foram discutidos temas centrais, como o impacto do avanço do neofascismo na vida das mulheres. Durante o encontro, foram analisados os desafios impostos por essa conjuntura política, que agrava as desigualdades e as violências enfrentadas pelas mulheres no cotidiano.

Nos estados de Sergipe, São Paulo, Bahia e Paraná houveram atividades no último sábado (08) em que a militância da Consulta Popular esteve presente. Além destas, haverá também, em Caruaru, no estado de Pernambuco, o bloco “Nem cá mulesta”, organizado pela Frente Feminista do Agreste que ocorrerá no próximo dia 15 de março.

Nos somamos aos atos e atividades em defesa da vida das mulheres, contra a fome e todas as formas de violência, pelo fim da escala 6×1, por justiça reprodutiva e sem anistia para os golpistas. Em tempos de ascenso do neofascismo, as opressões de gênero, raça e sexualidade são acentuadas. Enquanto a extrema direita impõe seu projeto violento de defesa do patriarcado, as mulheres trabalhadoras lutam e resistem pelo direito sobre seus corpos, pelo direito ao lazer e ao trabalho digno.

As mulheres trabalhadoras têm estado na linha de frente do combate ao neoliberalismo e ao neofascismo no Brasil e em todo o mundo. Neste momento, ganha especial importância a luta contra a escala 6×1, que precariza profundamente as condições de vida das trabalhadoras. Além disso, ocupamos as ruas para exigir a prisão de Bolsonaro, dos fascistas do 8 de Janeiro e de todos os militares golpistas, inimigos da democracia e do povo brasileiro.

Por um projeto feminista e popular para o Brasil!

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