Sem anistia! Que os golpistas de ontem e de hoje paguem por seus crimes!

Pelo Coletivo de Comunicação da Consulta Popular

Hoje (01), completam-se 61 anos do Golpe Militar de 1964, um marco sombrio na história do Brasil. Denunciamos os 21 anos de ditadura, caracterizados por assassinatos, torturas, perseguições, censura, corrupção, destruição de direitos sociais, trabalhistas e atentados ao Estado Democrático de Direito.

Mesmo com o fim do regime militar em 1985, suas marcas profundas e resquícios ainda permanecem. Durante a ditadura, a classe trabalhadora sofreu intensamente com políticas econômicas que favoreceram a burguesia e grandes corporações, aprofundando as desigualdades estruturais. O legado de impunidade persiste até os dias atuais, em uma sociedade onde gerações de trabalhadoras e trabalhadores têm suas vidas impactadas pela ofensiva neoliberal.

Desde o início do processo que culminou no golpe de 2016, assistimos, ao longo da última década, à ascensão da extrema direita e ao resgate desse legado retrógrado. Exemplos disso incluem o aumento dos ataques generalizados aos direitos humanos, a intensificação da cultura de violência — que se vale, inclusive, do aparato repressivo do Estado —, além da exaltação do racismo, do patriarcado, da LGBTQfobia e do ódio contra a população periférica.

A permanência de movimentos neofascistas e a ocupação de militares em cargos civis durante o governo Bolsonaro demonstram a continuidade da tutela militar sobre o Estado. Para avançar, é essencial responsabilizar os culpados pelos crimes do regime militar e do governo neofascista, especialmente pelos crimes cometidos durante a pandemia e os ataques golpistas.

Uma possível anistia representa um risco real para a democracia, pois permitiria a reorganização do bolsonarismo e incentivaria novos ataques, ao garantir a impunidade. Um desfecho conciliatório deve ser denunciado e combatido de forma intransigente pelas forças democráticas e populares, a fim de evitar a repetição do ocorrido com a Lei da Anistia de 1979. Ao não julgar e punir os torturadores e criminosos da ditadura militar, essa lei permitiu que continuassem a exercer ameaças e chantagens sobre o poder civil, mantendo, até os dias de hoje, uma influência tutelar sobre as instituições democráticas e fornecendo respaldo para investidas golpistas.

Precisamos pressionar para que Bolsonaro, o alto escalão do seu governo neofascista, bem como seus cúmplices e financiadores, sejam condenados pelos crimes que cometeram. Sem anistia para os golpistas de ontem e de hoje!

Para que não se esqueça, para que nunca mais aconteça!

Sem anistia! Que os golpistas de ontem e de hoje paguem por seus crimes!

Pelo Coletivo de Comunicação da Consulta Popular

Hoje (01), completam-se 61 anos do Golpe Militar de 1964, um marco sombrio na história do Brasil. Denunciamos os 21 anos de ditadura, caracterizados por assassinatos, torturas, perseguições, censura, corrupção, destruição de direitos sociais, trabalhistas e atentados ao Estado Democrático de Direito.

Mesmo com o fim do regime militar em 1985, suas marcas profundas e resquícios ainda permanecem. Durante a ditadura, a classe trabalhadora sofreu intensamente com políticas econômicas que favoreceram a burguesia e grandes corporações, aprofundando as desigualdades estruturais. O legado de impunidade persiste até os dias atuais, em uma sociedade onde gerações de trabalhadoras e trabalhadores têm suas vidas impactadas pela ofensiva neoliberal.

Desde o início do processo que culminou no golpe de 2016, assistimos, ao longo da última década, à ascensão da extrema direita e ao resgate desse legado retrógrado. Exemplos disso incluem o aumento dos ataques generalizados aos direitos humanos, a intensificação da cultura de violência — que se vale, inclusive, do aparato repressivo do Estado —, além da exaltação do racismo, do patriarcado, da LGBTQfobia e do ódio contra a população periférica.

A permanência de movimentos neofascistas e a ocupação de militares em cargos civis durante o governo Bolsonaro demonstram a continuidade da tutela militar sobre o Estado. Para avançar, é essencial responsabilizar os culpados pelos crimes do regime militar e do governo neofascista, especialmente pelos crimes cometidos durante a pandemia e os ataques golpistas.

Uma possível anistia representa um risco real para a democracia, pois permitiria a reorganização do bolsonarismo e incentivaria novos ataques, ao garantir a impunidade. Um desfecho conciliatório deve ser denunciado e combatido de forma intransigente pelas forças democráticas e populares, a fim de evitar a repetição do ocorrido com a Lei da Anistia de 1979. Ao não julgar e punir os torturadores e criminosos da ditadura militar, essa lei permitiu que continuassem a exercer ameaças e chantagens sobre o poder civil, mantendo, até os dias de hoje, uma influência tutelar sobre as instituições democráticas e fornecendo respaldo para investidas golpistas.

Precisamos pressionar para que Bolsonaro, o alto escalão do seu governo neofascista, bem como seus cúmplices e financiadores, sejam condenados pelos crimes que cometeram. Sem anistia para os golpistas de ontem e de hoje!

Para que não se esqueça, para que nunca mais aconteça!

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